Alergia Alimentar - a "vilã" desconhecida

Inúmeras vezes procura-se auxílio médico por queixas diversas como sono interrompido, queda de cabelo, irritabilidade, anemia crônica, quadros de rinite e/ou sinusite, até mesmo “ falta de ar “, tonteiras, enjôos sem motivos aparentes, e aliado a todas essas queixas, um intestino preso/eou solto – isso tudo pode estar associado a um quadro de alergia alimentar.

Na maioria das vezes, torna-se difícil identificar com precisão, quais os alimentos e/ou conservantes poderiam estar relacionados com esses sintomas , e até mesmo atribui-se a esses quadros alérgicos somente a presença de placas vermelhas pelo corpo.

O que de fato acontece é que quando da ingestão de alimentos alérgenos, ocorre a produção de anticorpos que começam a circular no corpo, e isso faz a parede do intestino inflamar, e por isso funcionar incorretamente. Nesses casos, a produção de lactase ( enzima que é produzida na parede intestinal ) , torna-se prejudicada, e então os alimentos que precisam da presença desta para serem bem digeridos, como por exemplo: feijão, lentilhas, leites e derivados torna-se intolerantes para o nosso consumo, e se insistir na sua ingestão, começa a ter a presença de gases, plenitude digestiva, enjôos, vômitos, etc. Por essa razão, a presença de alergias recidivantes podem levar a um quadro secundário de intolerância alimentar.

Com a parede intestinal cronicamente inflamada, outras inflamações podem acontecer, tais como: rinite, sinusite, enxaquecas, e como o intestino fica oscilando entre preso e solto, a absorção de nutrientes importantes como ferro, potássio, magnésio, cálcio tornam-se prejudicados, o que pode interferir no nosso sistema imunológico, gerando maior facilidade em contrair doenças, aumentar o nisso nível de estresse, enfraquecer a saúde de cabelo, pele e unhas.

Menores níveis de ferro e de vitamina B 12 , por exemplo, podem levar á anemia crônica, e com isso menor capacidade de levar oxigênio para os tecidos, o que pode aumentar a produção de uma substância que prejudica a queima da gordura corporal: o ácido lático, com isso aquela “gordurinha “ abdominal passa a incomodar o paciente.

Atualmente existem exames espefícicos para se dê o diagnóstico correto de quais os alimentos podem ser prejudicadas á cada indivíduo – basta você procurar um médico , que associado , a um programa alimentar feito após a realização desse exames.